Mudança de casa, mudança de emprego, mudança de vida.... Seja qual for o tipo de mudança que estamos enfrentando ou iremos enfrentar (sim, o que é realmente certo na nossa vida é a mudança!), pode abalar nossas estruturas e até nos deixar com um pé atrás. Será mesmo que devo? Não é melhor deixar tudo como está?
Mudanças são difíceis, tenho que concordar. Quando estava na oitava série, indo para o colegial (hoje ensino médio), quis mudar de colégio para um considerado mais forte, na época, onde eu tivesse mais chances de ser aprovada em uma faculdade pública. Eu e minha mães fomos até o tal colégio, fiz entrevista, fiz a prova de admissão, fui aprovada, mas na hora "agá", desisti. Era muito apegada ao lugar onde estudava desde os seis anos de idade e onde colecionava vários amigos. Não é meu perfil resistir ao novo, mas alguma coisa naquela hora falou mais alto. E hoje eu posso dizer que foi o medo do desconhecido. Sair da minha zona de conforto não me cabia naquele momento.
Gosto de mudanças. Faz a gente sair do círculo vicioso e pensar fora da caixa ( para usar um termo atual). Revigora e dá novas perspectivas. Muitas ainda me assustam de verdade, mas eu prefiro enfrentá-las do que ficar na mesmice. Como disse Fernando Pessoa: "Tudo quanto vive, vive porque muda; muda porque passa; e porque passa, morre. Tudo quanto vive perpetuamente se torna outra coisa, constantemente se nega, se furta à vida." Hoje, novamente, me vejo diante de mais mudanças e desafios. Mudança de perspectivas, mudança de sonhos. Seja lá o que for, seja muito bem-vinda!
Mudança é vida. É isso o que importa.
Mudanças são difíceis, tenho que concordar. Quando estava na oitava série, indo para o colegial (hoje ensino médio), quis mudar de colégio para um considerado mais forte, na época, onde eu tivesse mais chances de ser aprovada em uma faculdade pública. Eu e minha mães fomos até o tal colégio, fiz entrevista, fiz a prova de admissão, fui aprovada, mas na hora "agá", desisti. Era muito apegada ao lugar onde estudava desde os seis anos de idade e onde colecionava vários amigos. Não é meu perfil resistir ao novo, mas alguma coisa naquela hora falou mais alto. E hoje eu posso dizer que foi o medo do desconhecido. Sair da minha zona de conforto não me cabia naquele momento.
Gosto de mudanças. Faz a gente sair do círculo vicioso e pensar fora da caixa ( para usar um termo atual). Revigora e dá novas perspectivas. Muitas ainda me assustam de verdade, mas eu prefiro enfrentá-las do que ficar na mesmice. Como disse Fernando Pessoa: "Tudo quanto vive, vive porque muda; muda porque passa; e porque passa, morre. Tudo quanto vive perpetuamente se torna outra coisa, constantemente se nega, se furta à vida." Hoje, novamente, me vejo diante de mais mudanças e desafios. Mudança de perspectivas, mudança de sonhos. Seja lá o que for, seja muito bem-vinda!
Mudança é vida. É isso o que importa.
