Um dos fenômenos naturais que mais me encantam é o pôr do Sol.
O que me atrai são os tons de vermelho-alaranjado que cobrem o horizonte nessa hora, em contraste com o resto de céu azul e as luzes das cidades que começam a acender. Nesse momento, me sinto pequena, minúscula, diante da grandiosidade do fenônemo. Independe de nossa vontade, de nossa crença, de nosso estado de espirito. Irá se repetir todos os dias invarialvemente, enquanto esse mundo existir.
Quando adolescente, costumava ficar na janela de casa espreitando o pôr do sol. Era o meu momento de silêncio, de interiorização, como que para me recompor da minha costumeira inquietação. Até hoje mantenho esse hábito quando preciso de um tempo a sós comigo mesma.
O que me atrai são os tons de vermelho-alaranjado que cobrem o horizonte nessa hora, em contraste com o resto de céu azul e as luzes das cidades que começam a acender. Nesse momento, me sinto pequena, minúscula, diante da grandiosidade do fenônemo. Independe de nossa vontade, de nossa crença, de nosso estado de espirito. Irá se repetir todos os dias invarialvemente, enquanto esse mundo existir.
Quando adolescente, costumava ficar na janela de casa espreitando o pôr do sol. Era o meu momento de silêncio, de interiorização, como que para me recompor da minha costumeira inquietação. Até hoje mantenho esse hábito quando preciso de um tempo a sós comigo mesma.
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